102 ANOS APÓS A GRIPE ESPANHOLA: Coronavírus expõe velhas fragilidades da humanidade

A gripe espanhola apareceu em pleno decurso da Primeira Guerra Mundial, no ano de 1918, o mundo testemunhava uma intensa troca de tiros e de gases venenosos entre soldados do grupo dos aliados, nomeadamente do Reino Unido, França e Rússia (Tríplice Entente), que se opunham à Itália e à Áustria-Hungria (Tríplice Aliança).

Enquanto as tropas infringiam mutuamente pesados golpes nos campos de batalha, um inimigo invisível, implacável, voraz e que não respeitava lados nem fronteiras se disseminava entre eles.

Em pelo menos dois anos, infectou cerca de um terço da população mundial e matou a volta de 50 milhões de pessoas, cinco vezes mais do que as vítimas daquela guerra que chegou a ser rotulada de Grande Guerra e Guerra das Guerras devido ao seu elevando grau de letalidade.

Até hoje, a gripe espanhola é tida como uma das pandemias mais mortais da história da humanidade e, apesar de os contextos sociais e económicos serem literalmente diferentes, 102 anos depois, o mundo volta a experimentar uma nova pandemia. A do novo coronavírus. Leia mais...

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