Um total de 26 investidores dos sectores de energia, petróleo e gás, provenientes do Reino Unido, estiveram recentemente em Maputo, para compreenderem a dinâmica da indústria de petróleo e gás em Moçambique, fortalecer as relações comerciais existentes e estabelecer novas parcerias de negócios.

O grupo de investidores estrangeiros participou no Fórum de Negócios Moçambique-Reino Unido, onde foram apresentadas potencialidades económicas de Moçambique, principalmente do sector de energia, petróleo e gás, e ainda as perspectivas de crescimento macroeconómico para os próximos anos.

Durante a sua presença em Maputo, os investidores britânicos realizaram bolsas de contacto com empresários moçambicanos, visando a identificação de oportunidades de negócio e o estabelecimento de possíveis parcerias.

Com esta visita, a missão empresarial do Reino Unido pretende igualmente promover e fortalecer as relações entre operadores económicos, empreiteiros e fornecedores que trabalham no país, para além de explorar oportunidades de projectos específicos e aconselhamento relativamente aos procedimentos de pré-qualificação.

O vice-presidente da CTA (Confederação das Associações Económicas de Moçambique), Agostinho Vuma, disse à margem do fórum que a missão empresarial britânica resulta da recente missão empresarial moçambicana, integrada na visita efectuada pelo Presidente da República, Armando Guebuza, à Escócia.

“Esta é a resposta positiva da comunidade empresarial da Escócia, que veio ver de perto aquilo que apresentamos durante a nossa visita àquele país europeu, de modo que terão a oportunidade de visitar algumas unidades de produção em Moçambique e identificar oportunidades de negócio no sector do óleo e gás”, referiu Agostinho Vuma, tendo realçado que a Escócia é um país cuja comunidade empresarial, na sua maioria, participa em bolsas de valor de maior dimensão internacional.

Vuma acrescentou que “nós como CTA acabamos de criar o pelouro dos recursos naturais na organização e também estamos engajados na produção de um parecer à lei sobre o Conteúdo Local, que vai agora à Assembleia da República, pelo que achamos que esta visita é uma oportunidade para que a nossa legislação seja mais moderna e corresponda ao momento que estamos a viver”.