A falta de seguimento das ocorrências de caça furtiva pelos tribunais e a soltura de caçadores furtivos pela Polícia da República de Moçambique (PRM) por suposta insuficiência de provas está a inquietar os fiscais das áreas de conservação e os procuradores distritais da província de Maputo. Acresce-se a esta preocupação os julgamentos realizados à revelia dos indiciados. Destaque-se, entretanto, que elefantes e rinocerontes estão nas preferências desses caçadores, sendo que posteriormente são extraídos os marfins e cornos.

Os factos foram apresentados há dias no distrito de Magude, durante um encontro entre os procuradores distritais, juízes, fiscais das áreas de conservação, agentes da PRM e membros de organizações não-governamentais que lutam pela conservação das espécies faunísticas no país.

A preocupação vem de todos os distritos que têm áreas de conservação como Matutuine, Magude e Moamba, onde indivíduos são encontrados a praticar a caça, e depois são levados aos comandos distritais, para em menos de 24 horas serem soltos. Outros casos são encaminhados para os tribunais, mas nunca são conhecidas as respectivas sentenças.

Alguns nomes dos indiciados são conhecidos tanto pela comunidade, assim como pelas autoridades da justiça.  Leia mais...

Texto de Abibo Selemane 

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