As autoridades da Coreia do Sul anunciaram, na passada sexta-feira, que a sua “amizade” com o Japão chegou ao fim. A “amizade” entre os dois poderosos (economicamente) vizinhos da Ásia, que era legitimada pelo GSOMIA, sigla em inglês para Acordo Geral de Segurança de Informação Militar, chega ao fim exactamente no dia em que era suposto ser renovada. O acordo tinha sido desenhado para servir de uma plataforma de partilha de informações sobre segurança, especialmente as ameaças provenientes dos testes de mísseis e pelas actividades nucleares da Coreia do Norte. Seul decidiu não renovar o acordo por considerar que este não mais satisfaz os seus interesses. Tóquio protestou contra a decisão e acusou o país vizinho de faltar com a palavra por não honrar promessas do passado. Enquanto os dois “amigos” se desentendem, quem deve estar a festejar devem ser a Coreia do Norte e a China, outros dois vizinhos que podem sair a ganhar da “inimizade” entre a Coreia e o Japão.

O mundo assiste com preocupação as queimadas que consomem de forma contínua a floresta amazónica. Uma floresta localizada no Brasil que pela sua importância é considerada “pulmão do mundo”. As queimadas na Amazónia não são novidade, contudo a intensidade aumentou muito com a eleição de Jair Bolsonaro, cuja indiferença em relação ao meio ambiente é conhecida desde a altura da sua campanha eleitoral.

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