Também chamada “Grande Maçã”, Nova Iorque é como uma mão de pedras rolando ladeira abaixo. Fervilha 24 horas por dia. Nunca dorme. É um enorme corpo em cujas artérias circulam diariamente milhares de pessoas - entre turistas e residentes - sem nunca perder a pose.

Cuba enfrenta uma crise de combustíveis devido às sanções económicas impostas à Venezuela pelos Estados Unidos de América. Na realidade, Venezuela é que garantia o fornecimento de combustíveis à Cuba na base da solidariedade comunista. A intensificação das sanções impedem a Venezuela de continuar a ser solidária com a Cuba. A esse respeito, o Presidente cubano, Miguel Diaz-Canel, no dia 12 de Setembro, avisou ao seu país que haveria escassez de combustível, principalmente o diesel. 

A França, de Emmanuel Macron, está a dar sinais de estar a sucumbir à anexação/adesão da Crimeia pela Rússia. Depois de, no mês passado, o Presidente Macron se ter reunido com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, na semana passada, os ministros franceses dos Negócios Estrangeiros e da Defesa rumaram a Moscovo para conversações com os seus homólogos russos. Depois da renovação dos contactos ao mais alto nível, a reunião ministerial veio cimentar as iniciativas “macronianas” de ver reduzido o nível de desconfiança entre as autoridades russas e as das potências ocidentais. Embora a procura de reaproximação com a Rússia possa ser vantajosa para Macron, ela lança sinais de que, à medida que o tempo vai passando, a questão da Crimeia vai sendo “esquecida” e a Ucrânia pode vir a dizer adeus ao sonho de recuperar o território “perdido”.

Morreu Roberto Gabriel Mugabe. Nascido a 21 de Fevereiro de 1924 veio a falecer 6 de Setembro de 2019, em Singapura, vítima duma doença prolongada. Mugabe, uma figura carismática e por isso mesmo difícil de descrever, foi um homem amado por muitos e odiado por outros. Apesar deste misto de sentimentos que a sua figura inspira poucos têm dúvidas de que ele era um nacionalista e pan-africanista da primeira linha.

Está a tornar-se prática corrente que os sul-africanos ataquem estrangeiros que naquele país se instalam a procura de melhores condições de vida. Compreensível a vaga de imigrantes naquele país, dado que a África do Sul se posiciona como a maior economia de África, é pouco perceptível a reacção dos nativos em relação aos povos de outros países. Aos ataques a estrangeiros convencionou-se chamar de “xenofobia”. Porém, a etimologia da palavra “xenofobia” manda dizer que o fenómeno sul-africano não se enquadra nesta categoria de fobias, pois o que se assiste naquele país parece estar muito mais próximo de crime do que uma fobia em elação aos estrangeiros. Um dos factores preocupantes em relação aos ataques a estrangeiros é que, desta vez, eles ocorreram no exacto momento que, numa das cidades daquele país, estava a ocorrer uma cimeira cujo objectivo é fomentar e promover uma maior integração entre as economias africanas.

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