A Turquia, aproveitando-se do anúncio da retirada das Forças Armadas Americanas, lançou uma ofensiva militar de alta intensidade desde o dia nove de Outubro do corrente ano. A ofensiva destina-se a combater e desestruturar a milícia curda das Unidades de Protecção Popular, antes apoiadas pelos EUA no contexto da luta contra o Estado Islâmico. A investida turca tem na verdade que lidar com três actores, nomeadamente: os irredentistas Curdos, os EUA e a União Europeia.

Informações divulgadas na passada sexta- -feira dão conta de um ataque a um petroleiro que passava pela costa da Arábia Saudita, há 100 Km da cidade portuária de Jeddah. Em Junho e Julho ocorreram ataques a petroleiros passando pelo Estreito de Hormuz. Em Setembro, instalações da petrolífera estatal saudita, ARAMCO, foram atingidas por mísseis. Em todos esses casos, a aliança EUA-Arábia Saudita imputou a culpa ao Irão. Os mísseis lançados na passada sexta-feira atingiram um petroleiro iraniano. Será esta uma retaliação daqueles que acusam o Estado persa de ser o responsável pelo clima de “instabilidade” de navegação na região do Golfo?

Em mensagens dirigidas ao mundo por ocasião da passagem do Dia Internacional para a Redução de Risco de Desastres, que se assinalou na passada sexta-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, e a sua representante especial para a Redução de Risco de Desastres, Mami Mizutori, apontaram que, por causa das mudanças climáticas, o nosso país e outros localizados em pontos vulneráveis devem apostar em construções resilientes.

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