Caro leitor, hoje quero contar-lhe o testemunho da senhora Hiroko Kishida, sobrevivente da bomba atómica atirada sobre a cidade de Hiroshima, a 6 de Agosto de 1945. Encontrei-a no Parque Nacional da Paz, em Hiroshima. Uma senhora de oitenta anos que durante uma hora contou-me com detalhes as vicissitudes que a sua família e não só viveu aquando da explosão da bomba atómica, a primeira, cuja alcunha era "Litle Boy". Para transmitir a emoção ao caro leitor vou deixar a senhora Kishida falar na primeira pessoa e aí vai:

O presidente da Federação Internacional da Cruz Vermelha, Francesco Rocca, insurgiu-se, na passada segunda-feira, contra aquilo que considera ser uma tentativa de “politização” da ajuda humanitária. Em causa está o facto de a organização que dirige ter conseguido angariar somente 10% dos 50 mil milhões de francos suíços que a sua organização pediu, em Setembro, para ajudar a Venezuela. Vinda de um representante de uma organização não-governamental, a crítica de Rocca é compreensível. Porém, nas relações internacionais são raros os casos em que a ajuda externa é fornecida pelo mero altruísmo do doador e sem uma dimensão de “politização”. Aliás, a não politização torna-se ainda mas difícil quando o necessitado é, por um lado, um país cujo governo é um incómodo e, por outro, quando o país é rico em recursos naturais valiosos.

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