Celebrou-se na última quinta-feira o Dia do Jornalista Moçambicano. Momento soberano para uma reflexão profunda e sincera sobre os caminhos da nossa Comunicação Social. É importante fazer-se esse ajuizamento porque o jornalismo não é um simples conjunto de técnicas, muito menos uma mera produção de notícias.

É curial entender que informação em jornalismo deve ser compreendida como bem social e não como privilégio, o que significa que os jornalistas não estão isentos de responsabilidades em relação à informação transmitida. Isso quer dizer que, independentemente das circunstâncias, o jornalista agirá em conformidade com a ética. A ética jornalística deve ser vista como o conjunto de normas e procedimentos que regem a actividade do jornalismo. Ela refere-se à conduta desejável esperada do profissional. A deontologia, por sua vez, refere-se a uma série de obrigações e deveres que regem a profissão.

Ora, sucede que nos dias que correm o jornalismo balança entre a imagem idílica de árbitro supremo da sociedade recorrendo bastas vezes a caneladas para chamar a atenção e multiplicar as vendas e a de fiel guardiã dos bons costumes primando pelas regras da profissão, mas condenada ao ostracismo por uma grande franja da população mais propensa à dimensão exagerada concedida a notícias escandalosas e políticas.

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11.04.201Banco de Moçambique