É já amanhã que a maior Feira Internacional do país (FACIM), na sua 55.ª edição, abre as portas, com a participação de 20 países, além do território de Macau. O lema escolhido para este ano é “Moçambique e o Mundo: Alargando o Mercado, Promovendo Investimento e Potenciando Parcerias”.

Há descoordenação entre os vários sectores tutelados pelo Ministério da Economia e Finanças. Segundo o Presidente da República, Filipe Nyusi, este desencontro deriva do facto de haver quem pensa que é autónomo e pretende fazer-se estrela no meio de todo o órgão.

A empresa que vai explorar a Área-1 da Bacia do Rovuma, Anadarko, tem em mãos uma empreitada de tal grandeza que está fora da cogitação de muitos. Por exemplo, vai construir duas unidades de processamento de gás que vão ocupar 10,8 hectares (aproximadamente 10 campos de futebol) cada, e tem em caixa 150 milhões de dólares para pagar às empresas nacionais que lhe vão fornecer areia, pedra e cimento.

Empreendedores do ramo do agro-processamento lamentam há pelo menos duas décadas da inexistência de indústrias voltadas para a produção de embalagens. O assunto já foi tema de debates, estudos e até de acordos de financiamento. O Instituto para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas (IPEME) ensaia uma solução, mas o caminho ainda é longo.

Câmbio

Moeda Compra Venda
USD 63,6 64,83
ZAR 4,56 4,65
EUR 71,57 72,96

11.04.201Banco de Moçambique

Quem está Online?

Temos 262 visitante(s) ligado(s) ao Jornal