EDITORIAL: Comercialização agrícola no desenvolvimento da indústria

Sob o lema “Comercialização Agrícola: Dinamizadora do Agro-negócio e Industrialização”, foi sexta-feira lançada no país a Campanha de Comercialização Agrícola 2021.

O lema tem em conta o facto de a comercialização constituir um dos principais vectores para dinamizar o processo da industrialização e geração de emprego.

É acertado, quanto a nós, e alinhado ao que se pretende no presente e no futuro do país. Defendemos várias vezes, aqui no domingo, que a comercialização agrícola deve ser vista de forma integrada e em toda a cadeia, nomeadamente produção, colheita, escoamento, armazenagem, processamento, distribuição e consumo.

Defendemos também que nesta engrenagem tudo deve ser feito por forma a se prevenir perdas, premissa de desenvolvimento que vai ao encontro do que o Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, que presidiu o lançamento da campanha, sublinhou: “ao lançarmos, em todo o território nacional, a Campanha de Comercialização Agrícola, estamos a iniciar formalmente o processo de compra e venda dos excedentes da produção da campanha agrícola 2020-2021”. Nada mais elucidativo. O Governo moçambicano não quer que nenhum produtor perca o produto do seu trabalho, estabelecendo, desta forma, a interligação efectiva e motivadora entre os produtores e os mercados, assegurando a compra de excedentes para o consumo interno e fornecimento de matéria-prima para a indústria nacional. Leia mais...

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