EDITORIAL: Ressoar os feitos da mulher anónima

Tudo começou em 1967, um ano importante na história do povo moçambicano, quando as 25 meninas militantes apresentaram-se em Nachingweia para colaborar de forma activa na Luta de Libertação Nacional.

Entretanto, há ainda, em número maior, aquelas heroínas veladas pelo anonimato: aquela mulher que trabalha a terra; que conduz o tractor, que pilota embarcações marítimas e, entre várias, aquela que, quilómetro a quilómetro, endurece o músculo pedalando uma bicicleta, cumprindo a dura rotina à procura do pão para colocar à mesa e alimentar a sua família.

Tanto vigor e determinação são destacados a cada Março, quando iniciam as vénias à mulher, numa dimensão universal, e, de forma especial, a cada Abril, quando a nossa pátria se curva perante a mulher moçambicana. É, especificamente, a 7 deste importante mês na história da gente da nossa terra, que o povo moçambicano, em particular, e não só, rende-se à Josina Machel e a todas as mulheres que brotaram das mesmas entranhas, frutos da mesma raiz. Leia mais...

Foto de Urgel Matula 

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Última modificação: Domingo, 11 Abril 2021 09:39