A Câmara de Despachantes de Moçambique (CDM), pela voz do seu presidente, Dixon Chongo, entende que é chegada a hora de se ponderar a criação de uma Autoridade Portuária e Fronteiriça capaz de concentrar os intervenientes do processo de desembaraço aduaneiro no mesmo local, fazer com que usem os mesmos procedimentos e harmonizem as tarifas de entrada, trânsito e saída de mercadorias.

A ideia é tornar o país competitivo em matérias de desembaraço aduaneiro para que possa resgatar a carga que, ao longo do tempo, particularmente durante a guerra dos 16 anos, foi desviada para portos dos países vizinhos, como são os casos de Durban, na África do Sul, e Dar-es-Salaam, na Tanzânia.

Na entrevista que nos concedeu, Dixon Chongo nega que o custo do desembaraço aduaneiro seja empolado pelos despachantes, elogia o trabalho feito para a redução do tempo de desembaraço e a reorganização da inspecção não intrusiva. Leia mais...

Texto de Jorge Rungo

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