A comercialização agrícola está a ganhar um novo ritmo graças à recente introdução pelo Ministério da Indústria e Comércio (MIC) da caderneta de comercialização, instrumento que permite a unificação de taxas de aquisição da credencial, ocupação do espaço e circulação de produtos agrícolas.

A par deste novo instrumento, o MIC está a implementar o fundo rotativo de comercialização que visa assegurar que todo o excedente da produção do sector familiar e industrial seja colocado no mercado nacional.

Segundo a directora nacional do Comércio Interno, Zulmira Macamo, os ganhos alcançados após a implementação da caderneta de comercialização nas zonas Centro e Norte, tidas como regiões de maior produção, já são visíveis e anunciou que brevemente este mecanismo poderá ser introduzido na zona Sul para a cadeia de hortícolas, leguminosas e tubérculos. A introdução da caderneta e do fundo rotativo para financiar a comercialização agrária partiu das recomendações deixadas pelo Chefe de Estado, Filipe Nyusi, durante o Fórum Nacional de Comercialização Agrícola, realizado, em 2017, no distrito de Mocuba, na província da Zambézia.

 

Foi neste contexto que o MIC, em colaboração com outras instituições governamentais e privadas, elaborou um plano operacional para a produção de instrumentos e mecanismos que possam incrementar a comercialização da produção nacional. Leia mais...

Texto de Idnórcio Muchanga

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