E ncerra hoje, em Maputo, a VII Edição da Feira Internacional de Turismo de Moçambique denominada FIKANI, que contou com mais 1500 operadores, entre nacionais e estrangeiros. O evento serviu para trocas comerciais, firmação de parcerias e partilha de experiência entre as instituições ligadas ao turismo, sendo que os operadores e dirigentes do sector de Cultura e Turismo manifestaram interesse de ver a feira ser organizada a nível provincial.

Entendem que a acção poderá capitalizar os investimentos e promover as potencialidades turísticas locais, numa altura em que os expositores acreditam que o turismo em Moçambique está a registar um crescimento gradual, facto evidenciado pelo incremento de receitas e turistas que escalam o país.

Fredson Bacar, director provincial de Cultura e Turismo de Inhambane, afirmou que se a feira FIKANI fosse descentralizada “poderia numa primeira fase abranger as províncias com maior movimento económico como Sofala, Nampula e Cabo Delgado”.

De qualquer modo, por enquanto a cidade de Maputo trouxe à feira catálogos que reflectem a diversidade cultural, para além de monumentos e estabelecimentos hoteleiros. Durante o evento, estabeleceu contactos com expositores de outras províncias e países.

Entretanto, informações avançadas por Carlos Mamudo, chefe do Departamento de Turismo da Direcção da Cidade de Maputo, dão conta que em 2018 este sector conseguiu arrecadar cerca de 18 milhões, e durante os nove meses deste ano obteve mais 19 milhões de Meticais. Conforme observou, “trata-se de um incremento satisfatório, tendo em conta que ainda não atingimos o pico do fluxo turístico. Acreditamos que no fim do ano poderemos alcançar a meta para este período. E como forma de impulsionar o aumento dos indicadores, estamos a participar em feiras nacionais e internacionais mostrando as potencialidades da cidade, os serviços e as oportunidades que temos”, acrescentou. Leia mais...

 


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