A empresa que vai explorar a Área-1 da Bacia do Rovuma, Anadarko, tem em mãos uma empreitada de tal grandeza que está fora da cogitação de muitos. Por exemplo, vai construir duas unidades de processamento de gás que vão ocupar 10,8 hectares (aproximadamente 10 campos de futebol) cada, e tem em caixa 150 milhões de dólares para pagar às empresas nacionais que lhe vão fornecer areia, pedra e cimento.

As empresas nacionais acabaram despertando para a realidade que já se vive no distrito de Palma, lá no extremo Norte da província de Cabo Delgado, a ponto de 50 por cento dos fornecedores que a Anadarko tem registados na sua base de dados serem de propriedade moçambicana.

Infelizmente, não nos foi revelado o universo de empresas que constam na tal base de dados, mas pelos montantes que a companhia tem disponíveis para pagar pelo fornecimento de bens e serviços, pela experiência e maturidade que se ganhará ao se associar a um empreendimento desta envergadura e musculatura, dá para imaginar a avalanche.  

Parte das empresas registadas para fornecer areia, pedra e cimento é classificada como sendo de pequena e média dimensões, vulgo PME, e é para elas que está reservado exclusivamente o budget de 150 milhões de dólares. Leia mais...

Texto de Jorge Rungo

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