Moçambique tem a maior taxa de exclusão financeira a nível da região Austral de África, que se situa em cerca de 60 por cento e só 20 por cento da população têm acesso aos serviços financeiros formais e pouco mais de 16 por cento recorrem aos informais.

A organização Economist Intelligence Unit’s 2015 Microscope índex avaliou 55 países e o nosso ficou na vigésima terceira posição, muito atrás das Maurícias, que é o país com a melhor taxa de acesso, com cerca de 85 por cento, seguido por África do Sul, com 75 por cento de acesso, e Namíbia, com 62 por cento. Países como Malawi e Zâmbia têm, igualmente, elevados índices de exclusão financeira, com 51 e 41 por cento, respectivamente.

Estes dados serão discutidos durante o X Fórum da Associação de Poupança e Crédito Acumulativo e Rotativo (ASCAS), que inicia nesta terça-feira em Maputo, sob o lema “Retiro Para o Próximo Nível das ASCAS”.

O evento visa encontrar estratégias e mecanismos direccionados ao combate à pobreza através de um conjunto de instrumentos, que coincidam com os Planos Estratégicos de Desenvolvimento do Governo, assim como com as estratégias desenhadas pelos parceiros na inclusão financeira e na erradicação da pobreza.

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11.04.201Banco de Moçambique

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