As províncias de Cabo Delgado, Sofala e Zambézia estão a resgatar, ainda que de forma experimental, a produção da cultura do café que começa a ser colocado em diferentes mercados ao nível nacional e até mesmo nos Estados Unidos da América. 

A população do distrito de Mocuba e potenciais investidores nacionais e estrangeiros aguardam desde Maio de 2014 pela materialização da Zona Económica Especial (ZEE) e da Zona Franca Industrial (ZFI) que foram sendo adiadas por atrasos na decisão sobre onde deviam ser construídos os empreendimentos afins, falta de água, má qualidade da energia e espectro de guerra. 

O presidente da associação de empresas produtoras de cimento e também director-geral da Cimentos de Moçambique, Edney Vieira, disse que nos últimos dois anos as empresas deste ramo vivem na depressão, estagnação e incerteza devido ao ambiente económico que o país atravessa.

O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, disse ontem na Feira Internacional de Maputo (FACIM) que o Governo reconhece aumento da oferta de produtos locais no país. No entanto, segundo o governante, é preciso assegurar que estes bens tenham maior colocação no mercado interno e externo, o que passa pela melhoria da qualidade e uso de embalagens atractivas.

É já amanhã que a maior Feira Internacional do país (FACIM), na sua 55.ª edição, abre as portas, com a participação de 20 países, além do território de Macau. O lema escolhido para este ano é “Moçambique e o Mundo: Alargando o Mercado, Promovendo Investimento e Potenciando Parcerias”.

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