A reconstrução pós-ciclones, os investimentos no sector do petróleo e gás, dinâmica da agricultura e a regularização do pagamento das dívidas aos fornecedores de bens e serviços ao Estado são alguns dos factores que poderão sustentar o crescimento da economia moçambicana em 2020.

É extensa a lista de incentivos oferecidos pelo Governo aos cidadãos e empresas de outras partes do mundo que pretendem investir no sector agrário nacional. Mas, ao que tudo indica, o Investimento Directo Estrangeiro (IDE) continua marginal, irregular e inexpressivo. Enquanto isso, as exportações definham e as importações de produtos agrários tendem a aumentar.

A castanha de caju e a macadâmia produzidas no nosso país não podem ser exportadas para o gigantesco mercado chinês porque não constam na Pauta Aduaneira daquele país. Para se reverter este cenário, várias instituições nacionais correm contra o tempo em diligências para assegurar que estes produtos sejam vendidos por lá. Na última visita que o Presidente da República, Filipe Nyusi, efectou à China assinou um conjunto de acordos, entre os quais se destaca um que visa o início da exportação de produtos que tradicionalmente não entram naquele país, nomeadamente tabaco, castanha de caju e macadâmia, entre outros.

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18.10.201Banco de Moçambique

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