ANA PAULA REIS, A ETERNA “VOADORA”: Nunca gostei de perder

Faz parte de uma das gerações de ouro do basquetebol moçambicano e africano. Chama-se Ana Paula Reis.

Entre as suas maiores conquistas nas quadras destacam-se: campeonato africano de 1991, no Egipto; três vezes campeã nacional pelo Maxaquene; uma vez campeã nacional pelo Desportivo de Maputo. Entretanto, existe outra, particular. Antes cabo-verdiana, “consegui a nacionalidade moçambicana, graças ao desporto”.

Lembra-se de episódios vividos naquela época, das suas entregas de arrasar debaixo da tabela, facto que lhe conferiu o apelido de “voadora” com o seu 1 metro e 70 centímetros de altura.Após passar pelo Textáfrica do Chimoio, Sociedade Hidroeléctrica do Revúè, Avícola de Manica, Maxaquene e Desportivo de Maputo, recordase com muito carinho e apreço do mister Belmiro Simango: “Gostava da forma como ele lidava connosco”.Nasceu no Chimoio, província de Manica, há 55 anos. Tem cinco filhos e dois netos. Formada em Engenharia Florestal, ao nível de licenciatura, e em Ambiente e Desenvolvimento, mestrado, é representante de um consórcio comprometido com causas ambientais. Declara ser uma pessoa “sensível” e, ao mesmo tempo, determinada, sendo que: “nunca gostei de perder”. Acompanhe a conversa.

Qual foi o ponto mais alto da sua carreira?

O campeonato africano, que trouxe o título mais alto.

O que ficou por conquistar? Leia mais... 

 

TEXTO DE CAROL BANZE

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Fotos de Carlos Uqueio

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