MEMÓRIA - FALSO BALDE DE TINTA: Riquito “ludibriou” Eurico Jone trocando tinta por 25 litros de água

Num bom momento da história do futebol do Clube de Desportos da Costa do Sol, destacava-se um craque registado pelo nome de Henriques Tembe, que se tornou popularmente conhecido por Riquito, desde os tempos de menino no bairro do Chamanculo. A sua desenvoltura também o tornou célebre fora das quatro linhas.

Um dia, andando pela cidade, reencontrou um colega de escola da quinta classe, que estava ligado a uma empresa famosa de tintas, na capital, que o convidou a visitá-lo. Naquele momento, Riquito lembrou-se que havia necessidade de “mudar a cara da casa”, que na altura estava em azul. Por isso, não se fez de rogado e foi ao encontro do seu amigo de escola, que era na altura um dos directores da empresa. Fruto dessa visita adquiriu dois baldes de tinta branca.

Era craque na bola, mas a pintura era outro ramo à leste do seu talento e por isso era preciso contratar um pintor. Teve vários pintores em carteira, mas recordou-se de um indivíduo chamado Magaia, que era lá das bandas do Chamanculo e, dessa forma, contratá-lo não seria “jogar o dinheiro fora”.

Magaia teve de cumprir a sua missão num dia de semana em que o Costa do Sol, na altura treinado pelo ucraniano Viktor Bondarenko, foi fazer um jogo inserido na Taça de Moçambique, frente ao Incomáti, em Xinavane. A equipa “canarinha” viajou na manhã do dia do jogo para regressar após o despique. Leia mais... 

TEXTO DE JOCA ESTÊVÃO

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