MEMÓRIA - COLUNA: Meu jogador não pode repetir sopa

Li que a sopa é o prato mais antigo do mundo, bem antes dos assados de carne. Nos dias que correm, em muitas sociedades, a sopa, em refeições consideradas formais, onde estão previstos vários pratos, é o primeiro prato de uma refeição completa que contempla também o chamado principal e a sobremesa, no fim. Nessas sociedades, como a portuguesa, como também a francesa, citando alguns exemplos, a sopa não se repete. Quem o fizer infringe as regras básicas de etiqueta. No entanto, em outras sociedades, a sopa até é tomada no fim da refeição.

O já falecido Mário Esteves Coluna saiu de Moçambique muito jovem para jogar em Portugal pelo Benfica e selecção portuguesa. Em Portugal viveu por muitos e longos anos, saído de Maputo, onde chegou de Magude, norte da província de Maputo, para a capital, onde nasceu. Ainda menino, Coluna já era um fidalgo.

No Benfica era reconhecido pela sua verticalidade e elegância em tudo o que fazia. Impunha respeito dentro e fora de campo. Não descartava, em momento algum, as boas maneiras.

Antes da independência regressou a Moçambique, para ajudar o país que o viu nascer e, além do Textáfrica do Chimoio, Maxaquene, Ferroviário da Beira, Cimentos, Desportivo e a selecção nacional, também treinou o Ferroviário de Maputo. Leia mais...

TEXTO DE JOCA ESTÊVÃO

Classifique este item
(0 votes)