Meque, Semedo e a metafísica

No ano 2000, o Maxaquene contratou Artur Semedo, técnico que havia feito furor no Matchedje, aquando do seu regresso definitivo a Moçambique. O clube tricolor operou, para esse ano, profundas mexidas no seu plantel, rejuvenescendo- -o. Bebé e Antoninho Muchanga, este último que era o “capitão”, passavam para a história. Macamito e Hélder Cuinica já tinham sido contratados pelo Orlando Pirates, depois de um jogo brilhante, numa eliminatória ganha pelos sul-africanos, na altura treinados pelo ucraniano Viktor Bondarenko. Gonçalves também acabava de partir para Portugal, à procura de um lugar ao sol no Sporting.

Precisamente na altura da construção do plantel, Paíto (hoje vice-presidente para a área das selecções nacionais na Federação Moçambicana de Futebol), um menino de 18 anos de idade que vinha dos juniores, também seguiu para Lisboa e para o Sporting, para concorrer com Rui Jorge, um lateral com raízes na selecção portuguesa. Os “leões” pensavam que este podia ser um grande sucessor do internacional português, pela sua qualidade e grande margem de progressão.

Com uma equipa jovem e menos onerosa, o Maxaquene iniciou a disputa do campeonato, mostrando a sua valia tecnico-táctica, bem ao estilo do seu treinador, contando, para tal, com um bom plantel, composto por Victor Magaia, Jaimito e Maria (guarda-redes), Maló, Osvaldo, Sataca, Salvador Macamo, Tony Gravata, Alberto Vanicela, Caló, Marito e Duda (defesas), Mabui, Nonó, Genito, Orlando, Eusébio Macamo, Djodje, Fernandinho e Alberto Cassamo (médios), Amide Tarmamade, Betinho, Galibo, Paulo Macoia e Rito (avançados). Leia mais...

TEXTO DE JOCA ESTÊVÃO

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