A promoção de um safardana ou a morte dos bons costumes

Agora que a poeira assentou, vale a pena pegar o boi pelos cornos e dar uma chacolhoada no assunto; é que é preocupante o que Bula-Bula testemunhou há coisa de uma semana, sobretudo nas redes sociais – a febre do momento. Aquilo foi de bradar aos céus… aquilo contraria tudo o que a santa mãezinha ensinou… não cabe na cabeça de alguém com dois palmos de juízo que aquilo tenha acontecido.

Não é que de repente um tipo mal amanhado lá das bandas do Chiveve virou estrela precisamente por ser um bandido bucéfalo anacroto, com uma ficha policial mais suja do que pau de galinheiro. O safardana (confessou que já fora detido umas tantas vezes que ele mesmo perdera a conta), por causa de uns acefalos, saiu do anonimato para as primeiras páginas.

Incrível. Inacreditável. Bula-Bula não se conforma com a queda íngreme dos mais elementares valores éticos e morais da nossa sociedade. Como pode um país inteiro quedar-se diante de um salafrário, biltre? Como pode haver gente – aparentemente equilibrada – a lutar para fazer fotos com o aludido celerado? Leia mais...

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