Adeus companheiro!

Até hoje não acreditamos que não mais ouviremos a tua voz vibrante, ensinando-nos que o jornalista deve ser amigo da verdade. Que deve dela sempre revestir-se na produção da notícia, da reportagem e da crónica.

A ética era para si um aliado forte da verdade e ambos deviam formatar toda a lógica sobre a qual recai a essência do jornalismo.

Não acreditamos que não mais te ouviremos a enfatizar que não se pode conceber a notícia e a reportagem apenas para preencher o jornal. Em circunstâncias diversas nos ensinaste a investigar, investigar e investigar antes de publicarmos a mais pequena notícia.

Revelaste-te perante todos nós aqui no domingo Homem íntegro, autêntico, sempre disponível a ensinar e a aprender até dos mais novos.

Foste campeão da humildade. E aqui mostraste a todos nós que ser humilde não é, de facto, um sinal de fraqueza.

Todas as mensagens aqui reproduzidas mostram o quão verdadeiro, afável e perspicaz foste na tua caminhada pela estrada da vida, uma estrada que pretendíamos que fosse mais longa. Leia mais...

 

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