A TRADIÇÃO, O CÃO E UM INUSITADO DIVÓRCIO

Hoje inicio a minha “dissertação” com uma singela homenagem a Pedro Nacuo, também conhecido por Pebuna e Araita, apresentando sentimentos de pesar à sua família. Jornalista de rija têmpera, como bem sói dizer-se, e também não menos conceituado escritor, Pedro Nacuo faleceu no dia 5 de Julho corrente (passam hoje justamente oito dias).

Colega e amigo de longa data, juntos, ombro a ombro, “navegámos” neste turbulento mas aliciante mar de letras, “cronicando, e letrando” já lá foram três décadas e ele sempre frontal e sobretudo sincero e igual a si próprio. Para nós outros, Pedro Nacuo, por ser um exemplo a seguir por demais confrades, merece ser reconhecido como “Herói de Trabalho”, pese embora, infelizmente, os heróis nesta área sejam raramente identificados. Que a sua alma encontre o merecido descanso. Até sempre, amigo Nacuo! Entrando no assunto de hoje, trata-se de um inusitado divórcio, que como se sabe é uma dissolução ou separação de um matrimónio por vias legais, celebrado entre duas pessoas de sexos opostos. No caso vertente, envolve também um cão como um dos bens a ser reivindicado por ambos os dissolventes. Até Lei Divina determina que, “em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu”. (Mateus 18:18).

Por Kandiyane Wa Matuva

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