‒ defende Rehema Omar, uma das cozinheiras mais premiadas de Moçambique

Encontrámo-la em Maputo, no “take away” Taka Taka, explorado pela filha. Estava a relaxar depois de uma jornada de preparação e o respectivo servir do almoço, cujas ementas eram pratos típicos da baía de Pemba, província de Cabo Delgado. Sorriso contagiante, tal como a magia dos seus pratos que vistos de perto nos põem a salivar, ela é exemplo de uma mulher guerreira. O seu nome é Rehema Omar, natural de Balama, Cabo Delgado. Veio ao mundo a 28 de Novembro de 1970.

As relações entre Moçambique e China remontam à década 60, altura em que aquele país asiático apoiou a Frelimo na luta de libertação. Vale recordar que a China foi o primeiro país a estabelecer, formalmente, relações diplomáticas com o nosso país logo após a celebração da Independência Nacional, em 1975, abrangendo as áreas de Saúde, Agricultura e Defesa. Mais tarde, estas áreas seriam alargadas até ao domínio económico.

“Dos fracos não reza a história” é uma frase batida pelo tempo, mas, quando o assunto é falar de Romualdo Lodino do Carmo Johnam, faz todo o sentido. Oriundo da Beira, de família modesta, cedo soube o que queria ser na vida… desde logo percebeu que, se queria alcançar grandes coisas, devia apostar na formação técnico-profissional.

Artistas, entre músicos, bailarinos e coreógrafos, liderados pelo Ministro da Cultura e Turismo, Silva Dunduro, vão expor de 12 a 22 de Agosto corrente as potencialidades culturais do nosso país na China nas celebrações dos 70 anos da fundação daquela república asiática, no âmbito do intercâmbio cultural entre as duas repúblicas.

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