DANÇA EM TEMPOS DE PANDEMIA: Uma arte sobrevivente!

A pandemia do novo coronavírus veio para sufocar todos os sectores. A dança, tal como as outras manifestações culturais, não escapou ao aperto que se vive, em Moçambique, desde Março do ano passado.

A reportagem do domingo ouviu alguns coreógrafos e bailarinos que falaram da situação actual da dança no país, no contexto da covid-19, da sustentabilidade da arte e dos seus desafios, tendo afirmado que os espectáculos com a presença do público fazem falta e que as plataformas digitais são boas, mas deve haver investimento para que se transmitam imagens com qualidade, afinal de contas, o consumidor merece todo o respeito. Acrescentam que há um investimento a ser feito ao longo dos anos para que a dança se firme na rota das indústrias culturais. Mas, para tal, dizem, é preciso investir na formação e na profissionalização da arte.

O CAOS CAUSADO PELA COVID-19

Quito Tembe, director do festival Kinani, curador, coreógrafo e bailarino, não tem dúvidas que a dança está a ganhar respeito no país. “Estamos a crescer na rota dos festivais mundiais da dança contemporânea, há pessoas que estão a confiar em nós para virem ao país para consumir nossos produtos”. Daí que para o artista o maior desafio é a profissionalização da dança, de tal forma que possa entrar na rota das indústrias culturais. Leia mais...

Texto de Pretilério Matsinhe

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