Moçambique é um país de fotografia

- Mauro Vombe, fotógrafo finalista no prémio

O nosso entrevistado é um jovem de 33 anos de idade, pai de dois filhos. É fotógrafo, artista e amigo dos seus amigos. Formado em Teatro na Universidade Eduardo Mondlane, hoje ele partilha o seu saber com os estudantes da ECA - Escola de Comunicação e Artes, da Universidade Eduardo Mondlane. Nascido no Hospital José Macamo, em Maputo, a 24 de Maio de 1988, cedo afeiçoou- -se pelas artes e foi na capoeira (arte marcial em formato de dança, oriunda do Brasil) onde se destacou. Aliás, foi através da capoeira que alcançou a academia. Como fotógrafo, faz o clique a tudo que desperta a sua retina, desde os momentos oficiais, desporto, entretenimento aos informais. É colaborador da Presidência da República a nível da fotografia. Defensor de uma Associação Moçambicana de Fotografia activa, dinâmica e didáctica, ele apela aos jovens para se aproximarem e emprestarem a sua juventude pela casa. Jovens que também os pede para serem mais atrevidos no que fazem. O seu nome é Mauro Vombe e é um dos 25 finalistas, de um total de 800 concorrentes, do prestigiado prémio Cap Prize 2021, promovido na Suíça.

Mauro, em que área trabalha?

Sou docente na Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade Eduardo Mondlane. Lecciono Estudos Perfomativos, que é a mistura de voz, movimento e representação.

Como chegou à docência?

Foi um acidente bom, fui estudante, depois monitor e, consequentemente, docente. Aprendo muito na Universidade e cada ano é uma experiência diferente. Esse factor humildade que pratico todos os dias com estudantes ajuda muito nos meus trabalhos como fotógrafo. Leia mais...

TEXTO DE FREDERICO JAMISSE

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