Assinalamos o fim do “My Love”

Muitos países pelo mundo fora vêm procurando, desde a semana passada, improvisar diferentes formas para assinalar a passagem do primeiro ano do registo dos primeiros casos positivos de covid-19, a pandemia que ficará nas más memórias de toda a humanidade, tendo em conta a velocidade da sua propagação e o número de óbitos que, nalguns casos chega milhares em apenas 24 horas.

Muitos países pelo mundo fora vêm procurando, desde a semana passada, improvisar diferentes formas para assinalar a passagem do primeiro ano do registo dos primeiros casos positivos de covid-19, a pandemia que ficará nas más memórias de toda a humanidade, tendo em conta a velocidade da sua propagação e o número de óbitos que, nalguns casos chega milhares em apenas 24 horas.

Que o digam a China, Brasil, Estados Unidos da América e a Europa no geral.

Para uns, a passagem do primeiro ano da covid-19 está a ser um momento para reflexão sobre a devastação que o novo coronavírus está a causar e, para outros, tempo de realizar cerimónias em homenagem aos doentes infectados pelo vírus e em memória daqueles que não resistiram aos malefícios desta pandemia. Leia mais...

Por Benjamim Wilson

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