Reinventar o teatro em tempos de pandemia

As salas de teatro andam trancadas e vazias de alma. A pandemia do novo coronavírus arrancou o último sorriso da pouca gente que se fazia àqueles lugares e deixou/deixa um rasto de lamentações para os actores. Sentem- -se desprotegidos, abandonados, sem horizonte confortante para continuar a pensar a arte como meio de intervenção social, educação e transformação de vidas.

A Covid-19 arrastou também a esperança para se ter acesso a um financiamento. Quando se está a cumprir o estado de calamidade, em cumprimento do decreto presidencial, actores resguardam-se nas suas casas, hiptonizados pelas imagens nas telas que já começam a ser repetitivas. Acompanham os trabalhos dos outros pela internet.

Mas há quem encontra espaço para se reinventar, buscar novas formas de trabalhar. Domingo conversou com Alvim Cossa, Dadivo José, Lucrécia Paco e Félix Mambucho, e deixa ficar o seu sentimento com relação ao estágio actual do teatro.

Belmiro Adamugy
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