Fazedores das artes e cultura avaliam 2020

A pandemia do novo coronavírus está a dar sinais de que não vai desaparecer tão já. No ano passado, os artistas e fazedores das artes e cultura ressentiram-se do impacto nefasto da covid-19 e, para minimizar os danos, recorreram às plataformas digitais como forma de interagir com o público, fãs e simpatizantes. O desafio actual é fazer com que os consumidores passem a pagar pelos produtos.

Ano de incertezas

- Moreira Chonguiça, músico

Moreira Chonguiça não tem dúvidas: “o ano de 2020 foi muito complicado, porque Moçambique não é uma ilha, faz parte da vila global, e, com esta pandemia, a indústria cultural moçambicana e de qualquer país depende de uma coisa só: espaço, público e parcerias inteligentes e isso foi afectado”. 

Como consequência, foi um ano em que tudo foi tentado através das plataformas digitais, mas não houve resultados palpáveis. “Tentou-se virtualmente, com os 'budjets' dos parceiros. Os patrocinadores foram cortados, então não gostaria de falar disto, porque não houve indústria cultural em 2020. Até me dói a alma pela quantidade de projectos e concertos que foram cancelados”. Leia mais...

TEXTO DE PRETILÉRIO MATSINHE 

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