Bibliotecas reabrem ao ritmo do novo normal

Cadeiras solitárias. Livros arrumados e intactos. Silêncio. Assim andam algumas bibliotecas da capital do país, visitadas pelo domingo. As poucas vozes que ecoam advêm dos funcionários que procuram manter organizados os seus acervos... O cenário nem sempre foi assim.

Como a maioria das instituições, as bibliotecas foram “apanhadas” pelas medidas de distanciamento social necessárias para travar a propagação do novo coronavírus, tendo sido obrigadas a encerrar os seus espaços, durante cerca de quatro meses.

Ora, com a retoma gradual das aulas presenciais no ensino superior e porque é fundamental possibilitar a continuidade das leituras, as bibliotecas tendem a buscar formas de corresponder positivamente à demanda do público.

Na ronda que efectuou na semana finda, domingo constatou que, apesar de algumas bibliotecas não estarem ainda reabertas, nota-se uma grande preocupação na readaptação de procedimentos para a criação de condições para a diminuição do risco de contaminação pelo novo coronavírus.

A biblioteca Brazão Mazula, no campus da Universidade Eduardo Mondlane, por exemplo, mantém-se fechada. No entanto, está a disponibilizar conteúdos do seu acervo através de recursos digitais como emails. “Permitimos que os estudantes da UEM e o público em geral, através do nosso ‘link’, acedam aos materiais de que dispomos no nosso acervo”, contou Horácio Zimba, director dos Serviços de Documentação desta instituição de ensino superior. Leia mais...

Texto de Maria de lurdes Cossa

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