PAULO CHIBANGA: Azgo fazer alguma coisa pelo país

Paulo Chibanga é o director de Khuzula, produtor do Azgo Festival, um dos melhores festivas internacionais de artes de Moçambique. Reunindo um programa diversificado e de qualidade de música, cinema e dança para a cidade de Maputo, Azgo é uma celebração contemporânea de artes e cultura, com forte foco em artistas de Moçambique e de todo o continente africano.

Na sua caminhada, o Azgo (do inglês Let’s go) já fez desfilar artistas como Paulo Flores, Elida Almeida, Maya Andrade, Deltino Guerreiro, Azagaia, Lira, Lura, Kappa Dêch, Maria Gadu, António Marcos, Ghorwane, Eyuphuro, Orquestra Djambu, MiCasa, Yola Semedo, Ray Phiri, Tkzee, Oliver Mtukudzi, entre muitos outros.

Este ano, a plataforma Azgo encerra o primeiro ciclo de 10 anos initerruptos de um festival que, desde o seu início, privilegia qualidade e diversidade, pretexto para uma conversa com o seu timoneiro Paulo Chibanga que, a dado momento da sua vida, decidiu colocar as baquetes de lado e dar o seu contributo às artes

Vamos começar a conversa com uma pergunta algo trivial... o que o motivou a criar o Azgo?

Texto de Belmiro Adamugy

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