MESMO FECHADOS: Hotéis continuam com despesas altas

Com perdas situadas em torno de três biliões de Meticais, o sector de hotelaria e turismo é definitivamente o mais afectado pelas restrições de movimento de pessoas de um país para o outro e pelo cancelamento de eventos. Mesmo com as portas fechadas, as despesas com a manutenção dos edifícios não dão tréguas.

Alguns países já iniciaram o processo de levantamento das meditas atinentes ao estado de emergência, mas a retoma das actividades do sector do turismo, que compreende a aviação, alojamento e restauração, ainda é levada com muita cautela.

Segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), 72 por cento dos países tinham barrado por completo a entrada de visitantes estrangeiros e 83 por cento da Europa estiveram vedados ao turismo internacional até há poucos dias.

Foi a primeira vez na história que o mundo se viu na contingência de tomar uma medida tão drástica a ponto de fazer com que perto de 67 milhões de turistas ficassem privados de viajar por pelo menos três meses, o que vai fazer com que, ao final deste ano, a queda no sector se fixe entre 60 e 80 por cento.

No nosso caso, o volume de reservas reduziu em até 65 por cento até Março face a igual período de 2019 e já se estima que este volume poderá ter intensificado nos meses de Abril e Maio até chegar aos 80 por cento uma vez que a maior parte das instâncias turísticas suspendeu ou encerrou as suas actividades. Leia mais...

Texto de Idnórcio Muchanga

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