Numa tarde bem quente, aquecia de tal forma que aquele lugar parecia o próprio inferno. Lá estava eu lutando como um animal para que tivesse assento no autocarro que se aproximava na paragem, era tudo ou nada. Lutei, mordi, empurrei e consegui entrar e sentar-me naquele assento que quase me custou a vida.

Chegaria ao destino sentado sem ouvir os famosos bordões “Ai! me pisaste” ou até o mais vulgar “tem espaço aí no meio, afastem para atrás”, coloquei os meus auriculares adquiridos no chinês e pus-me de imediato no mundo da imaginação através da leitura de um livro infanto-juvenil e da batida frenética da música que explodia nos meus tímpanos. Leia mais...

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