Arte no feminino: quo vadis?foi este o tema em discussão na XXI edição do Café debate realizado ontem no habitual espaço Mady’s Events, distrito de Marracuene, que contou com um painel composto por Josefina Massango, Hirondina Joshua e Maria Helena Pinto, renomadas artistas, académicas e activistas sociais, com moderação de Maria Atália, encenadora e professora de Teatro.

Ao reunir essas grandes figuras das artes e cultura do país, pretendia- se promover uma profunda reflexão sobre o estágio das artes sob ponto de vista estético e de conteúdo, assim como destacar os desafios e inconvenientes que as mulheres enfrentam no exercício da arte.

Agendado tendo em conta o mês da mulher moçambicana, este encontro teve, na óptica da Comissão Científica do Café Debate, também, como objectivo central questionar o papel das artes na emancipação da mulher e no combate contra a violência domestica, um dos grandes males sociais que o país enfreta.

O painel da XXI edição do Café Debate foi propositadamente composto por uma miscelânea de vozes em representação das diversas manifestações artisticas com destaque para a dança, teatro, música e literatura, um verdadeiro arco-íris de saberes para todos que se juntaram naquele espaço em que o pensamento e a busca do diferente são os principais pretextos para uma conversa franca sobre a arte e o humanismo em prol de uma sociedade cada vez mais esclarecida.

Para animar a tarde, para além da discussão do tema Arte no feminino: quo vadis? Registaram-se momentos de música e recital de poesia a cargo de artistas convidados. 

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