“Dos fracos não reza a história” é uma frase batida pelo tempo, mas, quando o assunto é falar de Romualdo Lodino do Carmo Johnam, faz todo o sentido. Oriundo da Beira, de família modesta, cedo soube o que queria ser na vida… desde logo percebeu que, se queria alcançar grandes coisas, devia apostar na formação técnico-profissional.

Por isso, decidiu, contra tudo e todos, incluindo familiares e amigos, arrumar as malas e vir para Maputo, onde se formou no Instituto Superior de Relações Internacionais (ISRI) em Relações Internacionais e Diplomacia (2002).

Ele, que começou a estudar na Beira, fez o ensino secundário na Escola Industrial e Comercial Freire de Andrade, onde cursou Contabilidade; aos 20 anos, por imperativos vários, começou a trabalhar na Steia como gestor de crédito.

Mas desde pequeno que tinha tendência para cantar ‒ isso contado pelos pais ‒, mas também influenciado pelos familiares que andavam já na música; o avô tocava mbira, o pai violão e um tio saxofone. Também ouvia-se, na sua casa, música romântica, jazz e blues.  Leia mais...

Texto de Belmiro Adamugy 

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