O Centro de Desenvolvimento Samora Machel que lidera o projecto, afirma ser o festival, momento especial para prestar homenagem a Samora Machel pela paixão que ele nutria da capulana. “ 

Ele deu especial atenção à mulher para que ela não ficasse de fora no combate armado pela luta de libertação nacional, não fosse

separada dos programas de alfabetização e ensino, tivesse uma importância vital na luta contra a doença, se mantivesse e fosse protegida como elemento aglutinador da célula familiar moçambicana. Ele via na Mulher um parceiro e aliado estratégico para “fazer da escola a base para o povo tomar o poder”, para que houvesse

“saúde para todos”, “alimentação e habitação condigna”, respeitando‐se a “cultura como Sol que nunca desce”, explica Olívia Moisés Machel, Coordenadora do projecto.

 

Olívia acresce que  houve um denominador comum da mulher moçambicana que Samora, com o pensamento  objectivo tinha. “ Samora identificou num dos seus comícios: a capulana ! Identificou essa tradicional peça de roupa não apenas como um adereço do vestuário diário, ou de embelezamento da mulher,

mas como um elemento que identificava e lhe conferia uma identidade nacional moçambicana. De facto e independentemente da região em que habite, da religião que professe, da língua materna que tenha, a capulana é uma marca que ultrapassa todas estas questões da mulher em Moçambique, afirmando‐se como uma identidade da nossa cultura e da nossa Pátria.”

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