MOBILIDADE URBANA NO GRANDE MAPUTO: Reforço do transporte público custa 750 milhões de Meticais

- Em entrevista ao domingo, o ministro do pelouro nega acusações sobre uma suposta usurpação de competências em relação a INAHINA e INAMAR

Os problemas de mobilidade urbana que se registam nas cidades de Maputo, Matola e nas vilas adjacentes de Marracuene e Boane poderão ser minimizados até Agosto deste ano com a aquisição de mais 100 autocarros, 25 viaturas de transporte misto de passageiros e carga, e reparação de 79 autocarros a um custo total de 750 milhões de Meticais.

Em entrevista ao domingo, Janfar Abdulai aborda outras matérias ligadas ao desenvolvimento do sector, com destaque para o futuro da empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) que está em processo de reestruturação, esclarece a polémica sobre uma suposta usurpação de competências do Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas (MIMAIP), entre outros. Eis os principais excertos.

Que soluções para o velho problema de transportes públicos nas grandes cidades, com particular ênfase para o chamado Grande Maputo, onde a situação é notoriamente crítica?

Temos consciência do esforço necessário para a melhoria urgente dos serviços de transporte público urbano, por isso, estamos a trabalhar para, a breve trecho, revertermos o actual quadro de mobilidade nas cidades moçambicanas, sendo que, em termos de visão estratégica, a mobilidade urbana deve ser vista como parte integrante do desenvolvimento municipal. 

Contudo...

Na cidade de Maputo, onde a situação é mais complexa, o Governo teve de criar a Agência Metropolitana dos Transportes de Maputo (AMT) que está a trabalhar com os municípios que perfazem o Grande Maputo, para melhor planeamento da mobilidade neste local.

O que está a ser feito no concreto?

Uma equipa conjunta liderada pelo MTC está a finalizar a concepção de medidas mais arrojadas para reverter o actual quadro que se vive em Maputo, onde a demanda pelo serviço de transporte público é muito superior à oferta.

Que medidas arrojadas são essas?

Texto de Jorge Rungo

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