Necessários 34 milhões de dólares para massificar uso do gás de cozinha

Nampula e Tete serão os pontos de partida para o estabelecimento de um programa de massificação do uso do gás de cozinha, também designado por GPL. O Governo diz estar à procura de parceiros capazes de o ajudarem a investir 34 milhões de dólares norte- -americanos para a construção de infra-estruturas de armazenamento e enchimento.

Apesar do imenso potencial em reservas de gás natural, Moçambique continua entre os piores utilizadores desta fonte de energia a nível da região e do mundo, com o terceiro nível de consumo mais baixo em relação a todos os países da região, com cerca de 1,2 quilogramas (kg) per capita por ano que representa seis por cento do consumo da região.

Os países com pior índice per capita que o nosso são Malawi e Zâmbia, com 0,1 e 0,2 kg, respectivamente, e os melhores da África Austral são África do Sul e Botswana, com 6,3 e 4,8 kg de gás natural por pessoa a cada ano.

O consumo da África do Sul é de cerca de 361 mil toneladas e da Tanzânia é de cerca de 21 por cento, mas, no caso da África do Sul, a sua liderança também deriva do facto de possuir seis refinarias de petróleo, das quais cinco também produzem gás de cozinha que, só no ano de 2017, exportaram algo em torno de 62 mil toneladas deste produto. Leia mais...

Texto de Jorge Rungo

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