Os prós e contras do “SUSTENTA”

Produção de arroz no Regadio do Baixo Limpopo Produção de arroz no Regadio do Baixo Limpopo

Com apenas sete meses de implementação como programa nacional, depois de dois anos em fase-piloto, o programa SUSTENTA tem estado a ser objecto de chacota e cepticismo. Os motivos são díspares e incluem o atraso no fornecimento de meios de trabalho. Por causa disso, cresce a ideia de que o sucesso desta iniciativa pode ser uma miragem. Mas, pelo que apurámos, os aspectos positivos superam os negativos.

É notório o interesse da sociedade em relação ao programa que foi apresentado como o trampolim para o país sair da dependência externa no que tange à produção de comida e, sobretudo, para derrubar a letargia que caracteriza os índices de produtividade agrária nacional.

Os moçambicanos alimentaram uma expectativa e não terá sido por acaso. Para além de constar no manifesto eleitoral do Chefe de Estado, Filipe Nyusi, a iniciativa mereceu uma pesada campanha publicitária que antecedeu a sua apresentação oficial, em Julho do ano passado.

Jorge Rungo

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