Há complementaridade entre mercados financeiro e de capitais

- defende Salim Valá, presidente do Conselho de Administração da Bolsa de Valores de Moçambique

E m 1999, quando a Bolsa de Valores de Moçambique (BVM) começou a operar, não havia no país viabilidade económica para uma entidade que se dedicasse exclusivamente à corretagem de bolsa, diz o presidente do Conselho de Administração da instituição.

Em princípios deste ano, economistas ouvidos pelo domingo defenderam que os bancos comerciais e a bolsa são na prática concorrentes, não devendo, por isso, os primeiros serem intermediários dos segundos. De igual modo, sugerem a privatização da BVM à semelhança do que acontece noutros pontos do mundo, incluindo a nível da África Austral.

Angelina Mahumane
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