Os requisitos que não se devem pontapear

O primeiro requisito para se ser respeitado é a seriedade. Quando se deixa ela rolar encosta abaixo dificilmente se resgata a confiança que as instituições merecem, sobretudo as pessoas que nelas trabalham.

De igual modo, a responsabilidade maior de um representante do povo é ir beber da fonte primária para que o seu reporte espelhe efectivamente os anseios do seu círculo eleitoral.

Não é comum uma comissão parlamentar mandatada para uma determinada missão ficar-se pela zona asfaltada e, aa partir daquele ponto esboçar um relatório do que ouviu dizer, a partir de terceiros, porque os elementos dessa mesma comissão vencida pelo cansaço e outras artrites não chegou ao destino. Logo, é aldrabice.

As tecnologias de informação e comunicação vieram para facilitar a vida de todos nós, morta e enterrada a era analógica, ou quase, mas até à data nada substitui o Homem quando a tarefa é dialogar com as comunidades.

A leitura, mesmo neste século XXI, continua a ser o melhor veículo para viajar até terras alheias, para conhecer as vivências das populações, a geografia circundante e outros assuntos relevantes. Mas...

Também não deve ser muito usual em outras latitudes do globo existir muitos lugares de culto em cada metro quadrado como se assiste nesta Pérola do Índico. Basta percorrer o país para se ter a radiografia fiel do que está a suceder.

E porque o incomum é que está a dar, também deve ser raro um assunto, como de Pebane na Zambézia, reportado há mais de cinco anos neste mesmo jornal de repente aparecer aos olhos de alguns como assunto novo.

Bula-bula acredita que o erro é humano e só não molha quem não anda à chuva.

Ficou o aprendizado. Até porque o sururú, mesmo sem ter causado muita mossa, foi audível.

É mau agoiro tentar fintar Bula- -bula. Ele é omnipresente. Claro que não aparenta tal virtude.

Quem avisa, amigo é.

Até breve!

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