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A ala feminina das FADM

Setembro 19, 2020 778

Comemora-se, na próxima sexta-feira, 25 de Setembro, o 56.º aniversário do início da luta de libertação nacional. E porque a data coincide com o dia das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), em jeito de homenagem, domingo manteve uma conversa com quatro mulheres, designadamente uma coronel, duas tenentes e uma terceiro-sargento, que, juntamente com homens, fizeram o juramento de bandeira.

O 56.º aniversário das FADM, cujas comemorações foram lançadas quarta-feira em Maputo, decorre num momento difícil e, por conta disso, a pompa que lhe é característica não vai acontecer.

A situação é decorrente de três factores: ataques armados na zona Centro protagonizados pela auto-proclamada junta militar da Renamo; terrorismo em alguns distritos de Cabo Delgado e a pandemia da covid-19.

Aliás, as quatro entrevistadas reconhecem o momento sensível que o país atravessa e afirmam que “a juventude de 1964 lutou pela independência e alcançou-a. Nestes 56 anos surge-nos o desafio de preservar essa conquista e garantir a defesa da soberania e integridade territorial”.

Para elas, o 25 de Setembro é uma data que hoje serve de inspiração para as batalhas contra os inimigos da independência, desenvolvimento e prosperidade. “Por conta disso, é preciso comemorar, ainda que seja de forma simples...”

As militares, que carregam no ombro a responsabilidade de defender a pátria, estão afectas a diferentes áreas administrativas das FADM. Também estão preparadas para estar nas frentes operativas. Leia mais...

Texto de Maria de lurdes Cossa

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