Cada um de nós é um museu!

Sentado à mesa, tomava eu o pequeno-almoço na companhia das minhas filhas. Claramente que na hora da refeição não devem ser chamados episódios tristes e muito menos feitas cobranças por esta e aquela falha que a criança tenha cometido. A hora da refeição é sagrada e, por conseguinte, momento de felicidade, de degustar o que foi confeccionado com tanto amor.

Doravante, há daquelas situações típicas que acontecem mesmo na mesa e que não as podemos deixar passar, sob risco de se tornarem normais e difíceis de corrigi-las no futuro. Uma delas é o facto de a criança estar na mesa mas a esticar o pescoço de tempos em tempos, pretendendo ver o que está a passar na televisão. Outra que é comum é o facto de a criança encher a boca com a comida e pretender sair da mesa o mais rápido possível. Nesses casos é preciso reprimir a criança na hora dizendo que deve concentrar-se na refeição e na conversa em desenvolvimento na mesa. Se houver persistência e se mostrar necessário, pode-se desligar a televisão. E no caso em que a criança enche a boca, imediatamente, os pais devem intervir dizendo que não há pressa. Ela deve comer devagar e não encher a boca. Aliás, quando se enche a boca e não se mastiga, tritura bem os alimentos, está-se a criar outros problemas que podem afectar o estômago. Essas coisas devem ser ditas na hora. Obviamente, criar nas crianças o hábito de logo após a refeição do jantar dirigirem-se directamente para a casa de banho para lavar os dentes. Seguido de uns vinte a trinta minutos de digestão. E para capitalizar o tempo de digestão e despertar interesse nelas, os pais podem ler um livro ou contar uma história. Leia mais...

Texto de Frederico Jamisse

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