“CASO LAM”: Missão difícil de provar o “desvio” de 50 milhões

Das discussões havidas até quinta-feira no âmbito do julgamento do "caso Linhas Aéreas de Moçambique" (LAM) parece haver dificuldades para provar a alegada fraude no valor de 50 milhões de Meticais, num esquema que teria supostamente envolvido antigos gestores da empresa e a Executive Moçambique, esta última prestadora de serviços de comunicação e imagem.

Em Novembro de 2016, a LAM assinou com a Executive Moçambique, Lda., um contrato de prestação de serviços de comunicação e imagem, incluindo a edição da revista de bordo, Índico, numa primeira fase no valor de um milhão e cem mil e, mais tarde, de dois milhões e trezentos e quarenta mil Meticais.

Em sede do julgamento começado terça-feira na 7.ª Secção Criminal do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, quer a defesa e os próprios réus, nomeadamente António Pinto e Hélder Fumo, antigos presidente da Comissão Executiva e administrador financeiro da LAM, e Sheila Temporário, directora geral da Executive Moçambique, quer os declarantes e testemunhas arrolados convergem na ideia de que o pagamento é legal porque inserido no quadro do contrato de prestação de serviços. Leia mais...

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