O mundo sombrio dos deficientes visuais

A exiguidade de livros em Braille nas escolas, bibliotecas e livrarias fez com que Celso Simbine, deficiente visual e formado em Filosofia, empreendesse um grande esforço para estar ao mesmo nível de assimilação das matérias dos demais colegas.

Deficiente visual desde aos 16 anos de idade, Celso Simbine frequentava a 9ª classe quando de noite para o dia perdeu totalmente a visão. “Tive uma dor de cabeça à noite e ao acordar já nada via”, lembra-se com bastante tristeza. Leia mais...

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