Nas últimas semanas de Dezembro passado, no Jardim 28 de Maio, vulgo “jardim dos Madjermanes”, em Maputo, vimos os nossos irmãos há tempos regressados da RDA em confabulação com a Polícia, querendo marchar a todo o custo, apesar de as autoridades desencorajar tal manifestação por não estarem reunidas as condições para o fazerem.

Vimo-los com ânimos exaltados nas câmaras de televisão, enfrentando o comandante policial da esquadra que superintende a área.

Queremos marchar. Isto é abuso. Se marchamos sempre, porque não podemos marchar agora”, etc. que tal, eram os argumentos que estavam a ser apresentados em frente às câmaras de televisão. Da tal atitude, o que não se sabia era o que estava por detrás e “Bula Bula” só ficou a saber do resto da missa esta semana por via de um grupo destes nossos compatriotas que laboraram durante anos nas terras germânicas.

Afinal, tal atitude foi motivada pelo facto de o bávaro ter voltado à carga com eles, exigindo resultados. Disseram-nos que o homem continua a instigar a associação para “intensificar a pressão sobre o Governo”, pois terá ficado desiludido com eles pelo facto de não terem acatado as instruções que deu no dia 8 de Outubro último, no famoso jardim, quando na companhia da sua costela, tentou persuadi-los a manifestarem publicamente o seu apoio à “perdiz”, uma semana antes da realização do pleito eleitoral.

O grupo que contactou Bula Bula afiançou que o bávaro está mancomunado com um certo constitucionalista que se constitui advogado da associação e que, pelos visto, quer avançar com um processo judicial contra o Governo moçambicano em defesa(?) do grupo.

Bula Bula deixa as seguintes questões: o que faz correr o bávaro? Ele agirá a solo ou a mando da chanceler?