A 8.ª edição da Plataforma Internacional de Dança Contemporânea ‒ Kinani está à espreita. A decorrer entre os dias 19 e 24 deste mês, o evento realizar-se-á em seis espaços: Centro Cultural Franco- -Moçambicano (CCFM), Teatro Avenida e nos espaços alternativos: Oficina Municipal da Dança, Quarto Andar, Jardim Tunduro e Museu Mafalala, Maputo.

Nesta edição, aliás, há mais espaços alternativos que os convencionais. Uma ideia que pretende mostrar que a dança contemporânea é liberdade.

“A arte dentro do artista tem de falar mais alto. Não se pode deter por obstáculos como falta de espaço convencional”, diz Belarmino Lovane, director de comunicação da Plataforma Internacional de Dança Contemporânea.

É quinta-feira. O calor é horrível, infernal... Os termómetros arranham os 41 graus Celsius. Estamos na Redacção do domingo, onde Lovane nos fala da 8.ª edição do Kinani e dos 14 anos de existência da plataforma. Leia mais...

Texto de Maria de lurdes Cossa

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