Cai hoje o pano sobre a 61.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM-2026), a montra das potencialidades nacionais e internacionais. Os números falam por si: 2900 expositores, dos quais 2300 nacionais e 600 estrangeiros, provenientes de 29 países, com cerca de 60 mil visitantes.
Com efeito, o posto administrativo de Ricatla, distrito de Marracuene, província de Maputo, transformou-se num dos pontos de maior concentração de pessoas por um período de sete dias, entre homens de negócios, dirigentes do Estado moçambicano, bem como de outros países, incluindo o pacato cidadão nacional.
Esta afluência, quanto a nós, reflecte a velha máxima segundo a qual Moçambique já não é um país de que se fala, mas com quem se conta e desta feita, para os homens de negócios impulsionados pela Agência de Promoção de Investimentos e Exportações.
Destacar a mobilização do empresariado nacional e internacional, incluindo o sector familiar moçambicano, que, através da província de origem, se fez sentir e aproveitou a ocasião para expor as suas potencialidades e ganhar algum dinheiro. Leia mais…



