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O rato que era pessoa. Ou o jornalismo criminoso!

Por Jornal domingo
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Aquele canal, o do costume, das sandices que parecem inofensivas, já esta a exagerar, a enveredar por trilhos tenebrosos, pardacentos mesmo, a desinformar quando devia estar a informar. São atalhos para ganhar audiência, é verdade, mas acontece que não vale tudo nesta nova sociedade de informação, sobretudo não vale desinformar, espalhar o boato, propagá-lo estrondosamente, com ruído e espalhafato, gerando alarme social. É crime.

No tal do canal apareceu a história de um rato que foi encontrado algures, em Matibjana, que afinal era pessoa, filho de uma senhora que apareceu no lugarejo para reclamar a progenitura e recolher o rebento desgarrado…

Bula-Bula acha que estas estórias, e outras da mesma cepa, com ingredientes fantasiosos, de fábulas de mau gosto, não deviam ser replicadas pelos órgãos de informação, mesmo os menos rigorosos e irresponsáveis, sobretudo quando ainda se está a combater o boato sobre órgãos genitais que encolhem ou desaparecem.

Irra!

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