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As vantagens financeiras obtidas do grupo Privinvest pelo réu Teófilo Nhangumele terão servido, entre outras aplicações, para a aquisição de viaturas de luxo.
Entre os carros adquiridos consta um Mercedes Benz que foi registada em nome de Nora Nhangumele, sua esposa.
Nhangumele terá realizado operações financeiras de e para o estrangeiro e registado alguns dos bens em nome da filha, para dissimular a sua ligação com os mesmos.