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As contas da EMATUM são aterradoras. Cristina Matavele afirma que para além do custo de seguros, de iscas, de pessoal treinado, entre outros, os barcos continuam a ser um fardo para o Estado porque, por dia, cada barco paga 258 dólares pela atracagem.
Este custo, segundo descreveu, seria minimizado se os barcos estivessem em operação pois, apenas pagariam por ocasião do descarregamento do pescados e reabastecimento que seria um período muito curto.